Mais uma vez, o banco Real se nega a cumprir as normas. Desde o assalto à agência de Lauro de Freitas na sexta-feira, três bancárias, que foram feitas reféns, trabalham sem acompanhamento médico.
Ao invés de emitir a CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho), o banco apenas chamou um psicólogo para conversar com as funcionárias na própria agência e disse não ter obrigação de responsabilizar pelo tratamento.
Contra a postura absurda, o Sindicato da Bahia entrou em contato com a Superintendência do Real para cobrar que as funcionárias envolvidas no assalto sejam encaminhadas para avaliação e, se necessário, serem afastadas.
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